NOVIDADES

 

APRECIAR OBRAS CLÁSSICAS PODE EVITAR A REJEIÇÃO DO ORGANISMO

A TECIDOS E ÓRGÃOS TRANSPLANTADOS

25/04/2012

 

PESQUISADORES INVESTIGAM EFEITOS DO SOM HARMONIOSO PARA O FORTALECIMENTO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO

 

Ouvir peças e óperas clássicas é um hábito que proporciona momentos de relaxamento. O que muitos amantes da música não imaginam é que o efeito dessas composições ultrapassa o puro prazer. Além de combater problemas como ansiedade e desconforto físico, como já demonstrado em alguns estudos, obras como La Traviata e peças de Mozart podem ajudar a diminuir a rejeição a órgãos transplantados. 


Por mais estranha que a ideia pareça, essa foi a conclusão de uma pesquisa realizada em ratos de laboratório e publicada na mais recente edição do Journal of Cardiothoracic Surgery. Outro efeito do som harmonioso, de acordo com a mesma investigação, realizada no Japão, seria o fortalecimento do sistema imunológico.

Masateru Uchiyama, pesquisador da Universidade de Jutendo e chefe do estudo, diz que a música tem papel importante na cultura humana. Por isso, muitos cientistas estudam seus efeitos psicológicos, com resultados surpreendentes.

A música pode melhorar o raciocínio lógico, reduzir o estresse, trazer sentimentos de conforto e relaxamento, promover a distração de uma dor e melhorar os resultados da terapia clínica — destaca o cientista.

De acordo com o imunologista Paulo Soares, há um dado consistente: o sistema imunológico é complexo e interage com o ambiente. Devido a isso, é plausível que ele esteja ligado a outras variáveis, além da música, que podem acalmar ou relaxar.

O artigo especula que a música agiu no sistema dopaminérgico, ligado a vários centros de prazer e bem-estar do corpo. Provavelmente, o mecanismo pelo qual o som diminuiu o ataque ao coração está relacionado a esse sistema.

Para Soares, a grande questão que gira em torno do transplante é modular as células defensoras para que elas entendam que o tecido estranho não é agressor. Sempre que uma pessoa recebe um transplante, o sistema imunológico é acionado. O estudo comprovou que a música clássica pode diminuir a atividade do organismo, atuando como uma espécie de anti-inflamatório.

Musicoterapia

João Negreiro Tebyriçá, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), acredita que o artigo abre a possibilidade para a musicoterapia ser um elemento auxiliar na receptividade ao transplante.

O mais interessante do estudo é que eles conseguiram medir a intervenção. Houve uma influência nas células que são ligadas ao processo de aceitação do órgão, que são chamadas de reguladoras; elas são importantes na prevenção de processos alérgicos e doenças autoimunes — afirma.

Emoções

Nelso Barreto, musicoterapeuta, explica que a música afeta diretamente o cérebro, tanto para o lado positivo, como para o negativo, influenciando as funções cognitivas:

A música age no sistema límbico, responsável pelas emoções, mas envolve quase todas as regiões. Pode-se exemplificar isso da seguinte forma: ao escutar um som qualquer, ativam-se as estruturas subcorticais; se for um som ou uma música conhecida, ativa-se a memória. Ao se cantar uma canção, o cerebelo que é ativado.

Fonte: Jornal Zero Hora

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A MUSICOTERAPIA PODE AUMENTAR A FREQUÊNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO ENTRE MÃES DE RECÉM-NACIDOS PREMATUROS

01/03/2012

 

Pesquisadores do programa de Pós Graduação da Faculdade de Medicina e da Maternidade-Escola da UFRJ demonstraram, em um estudo pioneiro, que a musicoterapia pode ser uma ferramenta útil para elevar os índices de aleitamento materno entre mães de bebês prematuros.

O estudo, um ensaio clínico controlado e randomizado, foi desenvolvido pelo Serviço de Musicoterapia na Unidade de Neonatologia da Maternidade-Escola da UFRJ entre 2004 e 2007. Foram avaliadas 94 mães de neonatos prematuros com peso igual ou inferior a 1750g (48 no grupo da musicoterapia e 46 no grupo controle). O grupo da musicoterapia realizava sessões de 60 minutos três vezes por semana, em um modelo singular, se comparado ao de outros estudos, pois utilizava principalmente a musicoterapia ativa, permitindo que as mães participassem do ato de "fazer música", que é a produção musical oriunda das motivações internas do próprio sujeito, em que este escolhe os instrumentos musicais e as canções em um encadeamento espontâneo. Os desfechos foram os índices de aleitamento materno na ocasião da alta hospitalar do bebê e em consultas de seguimento: nos primeiros 15 dias, aos 30 e 60 dias após a alta. O estudo demonstrou que a musicoterapia teve um efeito significativo no aumento do índice de aleitamento materno na primeira consulta de seguimento e uma influência positiva (embora não significativa), que se estendeu até 60 dias depois da alta.

Os autores concluíram que a musicoterapia pode ser considerada uma estratégia adicional, relativamente simples e de baixo custo para aumentar a frequência da amamentação entre mães de recém-nascidos prematuros.

Fonte: Scientific Electronic Library Online

 

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PESSOAS COM ALZHEIMER MEMORIZAM MELHOR MENSAGENS CANTADAS

24/01/2012

 

Processamento musical envolve uma complexa rede neural que recruta diferentes regiões do cérebro.

Pode ser que o efeito Mozart não esteja em alta, depois que pesquisadores refutaram a teoria de que música clássica aumenta a inteligência. Mas, de alguma forma, o que se ouve pode trazer benefícios, inclusive para pessoas com Alzheimer. Um novo estudo realizado pela Universidade de Boston, nos EUA, mostra que pacientes estão mais aptos a lembrar de uma informação verbal quando esta foi passada por meio da música.

Para a pesquisa, grupos de pacientes com Alzheimer e de controle foram submetidos a testes. Mensagens foram passadas com acompanhamento musical completo, junto com letras na tela do computador de 40 canções. Para estabelecer uma diferença, 20 letras tiveram acompanhamento da música cantada e 20 foram acompanhadas de suas gravações faladas.

As palavras cantadas foram mais familiares para o grupo de pessoas com Alzheimer, mais do que no grupo de controle com pessoas mais velhas e saudáveis.

Os resultados indicam uma diferença na forma de codificação e resposta a estímulos musicais em pacientes com demência. “O processamento musical envolve uma complexa rede neural que é recrutada em diferentes regiões do cérebro, afetadas em níveis mais baixos do que outras áreas tipicamente associadas à memória em pacientes com Alzheimer”, explica Brandon Ally, professor assistente de neurologia e diretor do centro de neuropsicologia da Escola de Medicina da Universidade de Boston. “Assim, estímulos acompanhados por música e uma gravação cantada podem criar uma associação mais robusta do que a codificação de estímulos acompanhada apenas por uma gravação de fala”.

Fonte: Ciência Diária

 

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OUVIR MÚSICA FAZ O CÉREBRO INTEIRO SE ILUMINAR

21/12/2011

O cérebro se ilumina praticamente por inteiro quando

a pessoa está ouvindo música, um fenômeno até

agora sem equivalente em termos de atividade humana

 

Poder ativador da música

Cientistas da Finlândia descobriram uma nova técnica inovadora que permite estudar como o cérebro processa diferentes aspectos da música.

Em uma situação realística de "curtir a música predileta", a técnica analisa a percepção do ritmo, tonalidade e do timbre, que os pesquisadores chamam de "cor dos sons".

O estudo é inovador porque ele revelou pela primeira vez como grandes áreas do cérebro, incluindo as redes neurais responsáveis pelas ações motoras, emoções e criatividade, são ativadas quando se ouve música.

 

Cérebro iluminado

Os efeitos da música sobre as pessoas sempre foram mais assunto de poetas e filósofos do que de fisiologistas e neurologistas.

Mas os exames de ressonância magnética permitem gerar filmes que mostram como os neurônios "disparam", literalmente iluminando cada área do cérebro nas imagens produzidas na tela do computador.

Para estudar os efeitos de cada elemento musical sobre o cérebro, o Dr. Vinoo Alluri e seus colegas da Universidade de Jyvaskyla escolheram um tango argentino.

A seguir, usando sofisticados algoritmos de computador, eles analisaram a relação das variações rítmicas, tonais e timbrais do tango com as "luzes" produzidas no cérebro.

 

Emoção na música

A comparação revelou algumas coisas muito interessantes, mostrando que a música ativa muito mais áreas do que aquelas relacionadas à audição.

Por exemplo, o processamento dos pulsos musicais aciona também áreas do cérebro responsáveis pelo movimento, o que dá suporte à ideia de que música e movimento estão intimamente relacionados.

As áreas límbicas do cérebro, associadas às emoções, estão também envolvidas no processamento do ritmo e da tonalidade.

Já o processamento do timbre depende de ativações da chamada rede de modo padrão, associada com a criatividade e com a imaginação.

Além do interesse científico, estas informações são valiosas para compositores, que poderão "mexer" em suas melodias dependendo da emoção que querem transmitir com suas músicas.

 

Fonte: Diário da Saúde

 

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OUVIR MÚSICA FAZ BEM PARA O CORAÇÃO

Estudo apresentado em reunião da Associação Norte-Americana do Coração indica que ouvir música agradável pode ser bom para o sistema cardiovascular

20/11/2011

 

Música para o coração

Ouvir música pode ter efeitos benéficos para o sistema cardiovascular - mas só se for música agradável e da preferência do ouvinte. A afirmação é de um estudo feito por pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Maryland e apresentada em reunião da Associação Norte-Americana do Coração, em Nova Orleans.

A pesquisa destaca os efeitos da música no funcionamento da circulação sangüínea. Segundo os autores, músicas selecionadas por voluntários entre as que produziam a sensação de bem-estar, ao serem ouvidas, ajudaram a promover a dilatação dos vasos e a aumentar o fluxo sangüíneo.

 

Músicas estressantes fazem mal ao coração

Por outro lado, músicas consideradas "estressantes" levaram à contração dos vasos e à redução no fluxo sangüíneo. "Havíamos demonstrado anteriormente que emoções positivas, como o riso, são boas para a saúde vascular. Desta vez, decidimos verificar se outras emoções, como as evocadas pela música, teriam efeito semelhante", disse Michael Miller, professor da Escola de Medicina da Universidade de Maryland e um dos autores do estudo.

"Como sabíamos que os indivíduos reagem diferentemente a tipos diversos de música, permitimos que os participantes escolhessem o que queriam ouvir, com base em seus gostos pessoais", disse.

 

Pessoas saudáveis e não-fumantes

 

Dez pessoas saudáveis, não-fumantes, com idade média de 36 anos, participaram em todas as quatro fases do estudo. Na primeira, os voluntários ouviram músicas que trouxeram ou indicaram como favoritas. Na segunda fase, ouviram música que os faziam se sentir ansiosos. Na terceira, foram submetidos a sons destinados a promover relaxamento e, na quarta, a vídeos humorísticos.

Quando não estavam no laboratório, os participantes evitaram ouvir músicas de que gostavam por pelo menos duas semanas. "A idéia era que, ao ouvir as músicas de que mais gostavam, eles tivessem uma dose extra de emoção", explicou Miller.

 

Efeito da endorfina

Os participantes foram submetidos a testes para determinar como o endotélio - a camada celular que reveste interiormente os vasos sangüíneos e linfáticos - responde a estímulos variados. O endotélio atua na regulagem do fluxo sangüíneo e na coagulação, além de secretar substâncias químicas em resposta a ferimentos ou infecções. Também tem importante papel no desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Segundo o estudo, o diâmetro dos vasos sangüíneos analisados (no braço) aumentou 26% após a fase de audição de músicas alegres e contraiu 6% após os voluntários ouvirem música que os deixavam ansiosos. O aumento foi maior do que nas fases de relaxamento (11%) e de assistir a vídeos que estimulavam risadas (19%).

Os pesquisadores destacam que a audição de músicas consideradas alegres pode afetar a atividade das endorfinas. "O componente emocional pode ter um efeito de mediação da endorfina. Mas os resultados do estudo até o momento indicam que a música pode representar uma nova estratégia preventiva para a saúde do coração", disse Miller.

Fonte: Diário da Saúde

 

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INCLUÍNDO AUTISTAS NA CIÊNCIA

09/11/2011

 

Quando se fala em indivíduos autistas, a maioria imagina pessoas isoladas socialmente, com dificuldade em comunicação e envolvidas em comportamentos repetitivos e estereotipados. De fato, para ser considerado dentro do espectro autista, basta apresentar sintomas relacionados a essas características. Porém, essa definição é restrita, rasa, e não reflete a condição autista em sua totalidade. O lado positivo do autismo é pouco lembrado, o que contribui para problemas de inclusão social.

Indivíduos autistas são extremamente focados e conseguem se dedicar a uma atividade especifica por muito tempo. Em geral, essa dedicação vem acompanhada de uma atenção aos detalhes, sensibilidade ao ambiente e capacidade de raciocínio acima do normal, o que colocaria essas pessoas em vantagem em determinadas situações. Uma dessas situações está presente justamente em alguns aspectos do processo científicos.

A ciência não vive apenas de criatividade e pensamento abstrato. Na verdade, a maioria dos cientistas segue uma carreira metódica, racional, com incrementos sequenciais no processo de descoberta científica. Esse trabalho exige atenção e dedicação acima do normal, por isso mesmo cientistas acabam sendo “selecionados” para esse tipo de atividade. O momento de “eureca” é extremamente raro na ciência.

Da mesma forma, são raros os casos de autistas superdotados, com capacidades extraordinárias. Esse tipo de característica, retratada no filme RainMan, acaba ajudando esses indivíduos a se estabelecerem de forma independente. É o caso de Stephen Wiltshire que vive de sua arte porque consegue desenhar em três dimensões uma cidade inteira após sobrevoá-la de helicóptero uma única vez. Mas e no caso dos outros indivíduos, que não necessariamente possuem uma habilidade tão evidente? Será que poderíamos incorporá-los em alguma outra atividade aonde suas características sejam de grande vantagem?

Indivíduos autistas usam o cérebro de forma diferente. Regiões do cérebro relacionadas ao processo visual são, em geral, bem mais acentuadas. Por isso mesmo, autistas conseguem perceber variações em padrões repetidos mais rapidamente e com mais precisão do que pessoas “normais”, ou fora do espectro autista. Autistas também superam não-autistas em detectar variações em frequências sonoras, visualização de estruturas complexas e manipulação mental de objetos tridimensionais.

Retardo intelectual é, quase sempre, relacionado ao autismo. Mas vale lembrar que a maioria dos testes utiliza linguagem verbal, o que coloca os autistas em desvantagem. Esse tipo de abordagem merece uma revisão mais criteriosa. Aposto que se refizéssemos algumas dessas pesquisas os resultados seriam diferentes e contribuiriam para a redução do preconceito.

Muitos autistas poderiam ser aproveitados pela academia. Desde cedo, esses indivíduos demonstram profundo interesse em informações, números, geografia, dados, enfim, tudo que é necessário para a formação de um pensamento científico. Além disso, possuem capacidade autodidática e podem se tornar especialistas em determinada área – ambas as características são importantes no cientista. Algumas das vantagens intelectuais (e mesmo pessoais) de indivíduos autistas acabam sendo atraentes em laboratórios científicos. Não me interprete mal, não estou sugerindo o uso de autistas como objeto de estudo (o que já acontece e é útil também), mas como agentes da descoberta cientifica.

Tenho certeza de que poderíamos incluir cientistas autistas no contexto de descoberta cientifica atual e explorar esse tipo de inteligência. Um exemplo disso é o laboratório do Dr. Laurent Mottron, que trabalha com a cientista-autista Michelle Dawson faz 7 anos. Laurent descreveu recentemente sua experiência empregando cientistas autistas na última edição da revista Nature. Michelle tem a capacidade de manusear mentalmente um número enorme de dados ao mesmo tempo, faz isso naturalmente. E enquanto não conseguimos nem lembrar o que vestimos ontem, autistas como Michelle nos surpreendem com uma memoria impecável.

Ela recorda todos os dados gerados do laboratório e tem papel fundamental no desenho de experimentos de outros cientistas. Juntos, Laurent e Michelle já assinaram mais de 14 trabalhos juntos. Outro exemplo clássico é Temple Grandin, autista que obteve seu PhD em veterinária e, usando seu raciocínio visual, desenvolveu novos protocolos para redução de estresse em animais para o consumo de carne. Grandin é atualmente professora da Universidade Estadual do Colorado, nos EUA.

Acredito que autistas podem dar uma contribuição excepcional para o mundo se conseguirmos colocá-los no ambiente ideal. É um desafio social, mas que começa com a conscientização da condição autista. Organizações internacionais já existem com a finalidade de auxiliar autistas a se encaixarem no mercado de trabalho. Exemplos são as firmas Aspiritech, nos EUA, e Specialisterne, na Holanda. Com o tempo, outros lugares vão perceber que a mão-de-obra autista é extremamente especializada e começarão a explorar esse nicho.

Obviamente o autismo traz limitações, como o entrosamento social, problemas motores e a dificuldade de comunicação. Com isso, eles não vão conseguir se adaptar facilmente a trabalhos que envolvam comunicação social intensa. Em casos mais graves, muito provavelmente, vão depender da sociedade por toda a vida. Ignorar essas limitações é tão prejudicial quanto ignorar as vantagens que o autismo pode oferecer nos casos mais leves. Talvez o maior reflexo de uma sociedade avançada esteja em como ela acomoda suas minorias. Enquanto as oportunidades terapêuticas para o autismo não chegam, acredito que o que esses indivíduos mais precisam agora seja respeito, inclusão e, acima de tudo, oportunidades.

Fonte: G1-GLOBO

 

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MÚSICAS COMO ESTÍMULOS PARA A APRENDIZAGEM

A música é também um excelente estímulo para o desenvolvimento das potencialidades da criança.

 

A música influencia diretamente no desenvolvimento infantil, desde o útero materno, onde o bebê já reage a estímulos sonoros produzidos pelo meio externo, e por toda sua infância.

A música transmite bem estar e tranqüilidade à mãe e ao bebê, desde a gestação. Recém nascidos expostos à música de melodia mais serena são, em geral, mais tranqüilos. E, sendo o ouvido um órgão muito sensível  no ser humano e, ainda mais, em recém nascidos, bebês e crianças, é importantíssimo estar atento à altura de qualquer som a que uma criança esteja exposta e, inclusive o uso de fones de ouvido, só deve ser efetuado com volume baixo e de forma moderada.

A estimulação infantil com músicas proporciona diversos benefícios:

  • Estimula o desenvolvimento da linguagem oral, aquisição da leitura e escrita, melhorando a capacidade de memorização e de raciocínio lógico;
  • Auxilia no aprimoramento da coordenação motora;
  • Ensina a ouvir as pessoas ao seu redor e os ruídos do ambiente em que está inserido;
  • Estimula a sociabilização, pois a criança aprende a conviver melhor com os adultos e com as outras crianças;
  • Comunicação mais efetiva e harmoniosa;
  • Melhoria da concentração para aquisição do aprendizado;
  • Ajuda a desenvolver o vínculo afetivo entre pais e filhos.

Fonte: Estimulando